5 motivos para considerar a Apple uma vilã

 

Falar de tecnologia de ponta e não citar a Apple é uma tarefa impossível. Nos últimos anos, a companhia tem conquistado uma série impressionante de sucessos, o que lhe rendeu em maio deste ano o posto de marca mais valiosa do mundo.

A empresa é tida em tão alta conta que, basta sair um novo rumor sobre um de seus aparelhos para que isso se torne uma notícia que repercute em todos os sites de tecnologia do mundo. Porém, assim como acontece com a rival Google, o sucesso da companhia não veio somente de ações consideradas boas para os usuários ou bem vistas do ponto de vista ético.

Neste artigo, listamos alguns dos motivos pelos quais a Apple, se não é exatamente o grande vilão do mundo da tecnologia, também não pode ser colocada no lado dos mocinhos. Lembre-se de que o objetivo não é demonizar a companhia, é simplesmente destacar informações que geralmente acabam deixadas de lado.

Condições trabalhistas pouco agradáveis

(Fonte da imagem: Switched)

O calcanhar de Aquiles da empresa de Steve Jobs tem um nome: Foxconn. Apesar de a companhia chinesa também produzir componentes para a Sony, Hewlett-Packard e Dell, o que a tornou mundialmente conhecida foi o fato de ser responsável pela fabricação de grande parte das peças que constituem o iPhone e o iPad.

Infelizmente para a Apple, a Foxconn tem acumulado um histórico de vários suicídios entre os funcionários, o que obrigou a companhia em investir em redes de segurança para evitar que outras pessoas tentem pular de cima das plantas de fabricação. Somente em 2010, foram mais de 10 trabalhadores que saltaram para a morte.

Apesar de a companhia anunciar investimentos na melhoria das condições de trabalho, parece que pouco mudou nesse sentido – o último caso de suicídio aconteceu em julho deste ano. Pelo que tudo indica, a situação só vai mudar quando a companhia terminar de introduzir 1 milhão de robôs em sua linha de produção, situação que deve diminuir o número de mortes mas aumentar o número de chineses desempregados.

A Apple não é fã de jornalistas

Nenhuma companhia gosta de ter seus planos secretos revelados, já que isso dá a oportunidade para a competição copiar rapidamente suas ideias. A empresa de Cupertino não é nem um pouco diferente, sendo famosa por proteger a sete chaves o design de novos produtos.

Porém, a Apple parece levar essa filosofia a extremos, chegando a processar veículos que divulgam informações confidenciais antes da hora. Exemplo mais evidente disso é a batalha que a companhia travou contra o site Gizmodo, responsável por revelar as primeiras fotos de um protótipo do iPhone 4 esquecido por um funcionário da companhia em um bar.

(Fonte da imagem: Apple)

Embora o site tenha sido considerado inocente das acusações feitas pela gigante de Cupertino, o veículo foi banido para sempre de todos os eventos realizados pela companhia. Prova de que a Apple não está disposta a manter boas relações com aqueles que se colocam no caminho de seus planos.

A Apple sabe onde você está

Em abril de 2011, foram reveladas informações de que a empresa de Steve Jobs coletava dados sobre a localização dos usuários sem o seu consentimento. Isso acontecia até mesmo quando os softwares responsáveis por tais ações estavam supostamente desligados. O que a empresa fazia com tais informações permanece um mistério até o momento.

Tal ocorrência rendeu uma multa de US$ 2885 para a empresa na Coreia do Sul, primeira punição feita à Apple por um órgão regulatório desde que as denúncias surgiram. A situação pode se complicar ainda mais devido ao processo coletivo que 27,8 mil sul-coreanos estão movendo contra a companhia devido à violação de privacidade.

Isso sem contar com os processos movidos por dois grupos norte-americanos, que alegam que certos aplicativos aprovados pela companhia transmitiam informações pessoais dos usuários a anunciantes terceirizados. Além de mais multas, isso pode render à companhia de Steve Jobs a suspensão de atividades em países como a Coreia do Sul, dependendo de como a batalha nos tribunais se desenvolver.

Proteção excessiva a produtos

Enquanto todos concordam que a Microsoft pratica concorrência desleal ao incluir cópias do Internet Explorer junto ao Windows, a Apple realiza ações semelhantes sem gerar qualquer tipo de crítica. Basta lembrar que, para usar o sistema operacional Mac OS X, por exemplo, é obrigatório possuir um computador com a marca da Maçã.

(Fonte da imagem: Apple)

A integração intensa entre aplicativos como o Safari, Mail, iTunes, QuickTime, iCal e Time Machine não parece incomodar tanto as autoridades, embora seja praticamente impossível encontrar alternativas para plataformas Apple capazes de competir com tais produtos. Outro exemplo de proteção excessiva é a impossibilidade de os usuários do MacBook Pro e MacBook Air trocarem por si próprias as baterias dos dispositivos.

O exemplo mais evidente nessa área acontece na App Store, na qual a companhia de Steve Jobs não vê problemas em impedir a venda de produtos das concorrentes. O caso mais marcante dessa situação aconteceu com o Google Voice, que foi barrado sob a alegação de que o aplicativo oferecia opções de SMS e ligações, características que já eram padrões do iPhone.

Porém, a situação se complica quando se leva em conta que o Skype VoIP, bastante popular entre os usuários, oferecia as mesmas opções sem despertar a atenção do time de censores da gigante. Eventualmente, o aplicativo da Google foi liberado para download, não sem levantar suspeitas contra a falta de esportividade da Apple quando o assunto são produtos da competição. Da mesma forma, a companhia mantém a política de rejeitar aplicativos sem dar maiores explicações dos motivos aos desenvolvedores.

Preocupação exclusiva com lucros

Todos sabem que, pelo hardware oferecido, a Apple pratica preços maiores que a média do mercado. Isso não é exatamente um problema, já que tal política tem sido eficiente em manter a empresa como uma das líderes do mercado de tecnologia.

(Fonte da imagem: Apple)

As críticas vêm do fato de que a empresa não possui qualquer política de preços para países em desenvolvimento, e não demonstra qualquer interesse em participar de programas sociais ou em criar plataformas de inclusão digital.

A falta de preocupação social da empresa é alarmante, ainda mais quando se leva em consideração que ela não se importa em empregar mão de obra barata em países asiáticos, pagando aos seus funcionários salários que os impossibilitam de sequer sonhar em adquirir um MacBook ou uma versão recente do iPhone.

35% dos donos de tablets usam o aparelho no banheiro

Uma pesquisa feita pela empresa Staples Advantage e divulgada pelo site Network World mostra que 35% dos donos de tablets costumam usar o dispositivo quando estão no banheiro. Os dados também afirmam que 78% das pessoas acham a cama o melhor lugar para trabalhar com o aparelho, enquanto 30% dos entrevistados não veem problemas em acionar tablets em restaurantes.

(Fonte da imagem: Apple)

Os aparelhos ganham cada vez mais espaço no ambiente de trabalho, dado confirmado pelas declarações de 75% dos entrevistados, que afirmam utilizar o gadget para conferir mensagens de email profissionais. Além disso, 33% dos entrevistados usam o aparelho para editar documentos, enquanto 60% afirmam que o uso de um tablet ajudou a melhorar a produtividade no ambiente profissional.

Apesar dos dados positivos quanto ao uso desse tipo de dispositivo, a pesquisa da Staples Advantage também detectou alguns descuidos dos usuários. De todos os entrevistados que possuem um aparelho do tipo, menos de 15% deles possuíam instalados softwares de criptografia ou antivírus. Além disso, dois terços das pessoas não costumam fazer backups regulares de seus dados, aumentando o risco de perderem dados importantes.

Como utilizar a maioria dos softwares no Linux

Não há como negar que o Windows ainda é um dos sistemas operacionais mais utilizados. Porém, mesmo que aos poucos, o Linux vem conquistando seu espaço nos HDs dos usuários. O Ubuntu é uma das distribuições mais utilizadas pelos usuários, desde os domésticos até os “mestres” no computador.

Encontrar alguém que trocou o sistema da Microsoft pelo do pinguim é mais comum do que você pode imaginar. Embora o Linux tenha uma biblioteca gigantesca de aplicativos, para muitos usuários é difícil deixar de lado alguns programas e se adaptar ao novo sistema operacional.

Felizmente, existem algumas maneiras de contornar este pequeno impasse. Graças à grande variedade de tecnologias utilizadas no desenvolvimento de aplicativos, muitos deles podem ser usados em diferentes plataformas sem que o usuário tenha que abrir mão das facilidades oferecidas.

Além disso, sempre há um plano B quando o software não é compatível com outros SOs. Nesse caso, a utilização de emuladores e simuladores podem ser uma ótima saída, aumentando ainda mais o leque de opções de programas.

Conheça agora as tecnologias multiplataformas, que tornam a migração para outros sistemas operacionais menos “dolorosa” e que permitem aos usuários utilizar seus aplicativos preferidos sem abrir mão das funcionalidades que eles oferecem.

Java

Java é considerada a linguagem de programa multiplataforma original, ou seja, uma das primeiras a ser totalmente compatível com boa parte dos sistemas operacionais disponíveis no mercado.

Dessa forma, a linguagem é muito empregada no desenvolvimento de aplicativos, pois garante o bom funcionamento do software independente do ambiente em que ele é executado. Para instalar a máquina Java e rodar os aplicativos no Linux sem problemas, basta digitar o seguinte comando no Terminal:

$ sudo apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin sun-java6-fonts

A tecnologia AIR

Você já deve ter utilizado um programa desenvolvido em AIR. Se nunca usou, já deve pelo menos ter ouvido falar nessa tecnologia. Existem centenas de aplicações desenvolvidas em AIR que estão espalhadas pela internet.

Aplicativo em AIR rodando no Linux

TweetDeck, Twhirl, Blu, Back It!, FineTune Desktop e Grooveshark Desktop são apenas alguns exemplos de aplicações largamente utilizadas pelos usuários de Windows que rodam sem complicação alguma no Linux.

Para rodar esses programas, é necessário ter o Adobe AIR (que é multiplataforma) instalado na máquina. Clique aqui para fazer o download do aplicativo da Adobe para o Linux e divirta-se com suas aplicações.

Aproveite também para conhecer outras ferramentas feitas com a tecnologia AIR acessando o artigo “Seleção: aplicativos feitos com a tecnologia AIR”.

O Wine

O wine!

Quem utiliza Linux há mais tempo conhece muito o Wine (acrônimo para Wine Is Not an Emulator, ou seja, Wine não é um emulador). Trata-se de um simulador de Windows, o qual permite que os usuários executem aplicativos que rodam apenas no sistema da Microsoft em qualquer outra plataforma.

Ele é capaz de simular Windows 9x/NT/2000/XP e Windows 3.x, além de programas e bibliotecas DOS. O legal é que, com o Wine, o leque de opções para software aumenta de maneira significativa, além de permitir que os usuários se desprendam do Windows e continuem a usar as ferramentas com as quais estão acostumados.

Vale lembrar que nem todos os aplicativos funcionam 100% no simulador de Windows. Softwares mais complexos ou que exijam muito processamento gráfico tendem a perder qualidade quando simulados no Wine.

Para entender melhor como o emulador de Windows funciona e aprender a instalar os aplicativos não deixe de ler o artigo “Como instalar seus programas favoritos do Windows no Linux”. Além disso, você também pode instalar o Microsoft Office 2007 sem problemas, seguindo o tutorial disponível em “Como instalar o Office 2007 no Linux”.

DOSbox

O DOSbox é uma ótima opção de aplicativo para quem gosta de jogos e aplicações mais antigas, que rodam no DOS. Com esse emulador, o usuário consegue rodar aplicações e jogos criados para DOS sem problema algum.

A maioria das distribuições Linux trazem o DOSbox em seu repositório padrão. Embora ele utilize apenas a linha de comando para iniciar a emulação dos aplicativos, bastam algumas execuções para que o usuário entenda como ele funciona e o utilize sem maiores dificuldades.

Wolf3D no DOSbox

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A migração para o Linux está cada vez mais fácil para os usuários, mesmo aqueles que não abrem mão das ferramentas que utilizava no outro sistema operacional. Diversos recursos, emuladores e simuladores diferentes surgem para tornar essa transição ainda mais fácil.
Usando as ferramentas descritas acima, você pode rodar boa parte das aplicações no Linux sem problema. Talvez alguns aplicativos percam um pouco de eficiência ou não rodem como no sistema nativo para o qual foram desenvolvidos. Porém, com a enorme biblioteca de aplicações que o Linux possui, é muito difícil você não encontrar algum software que atenda às suas necessidades.
Quem está começando a utilizar o Linux não pode deixar de conferir o artigo “Migrei para o Ubuntu. E agora?”. Nele você encontra diversas dicas e ferramentas para utilizar no lugar daquelas com as quais estava acostumado.
Agora é com você. Não deixe de enviar sua opinião e experiência com emuladores e aplicativos AIR e Java no Linux ou em outras plataformas.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/8360-como-utilizar-a-maioria-dos-softwares-no-linux.htm#ixzz1Vp0Wp0e0

10 coisas que não existiriam se não fosse o Linux

Linux. Muita gente treme só de ouvir falar no sistema operacional criado por Linus Torvalds e divulgado ao mundo a partir de 1991. Contudo, essa história de que “Linux é difícil de usar” tem ficado dia a dia mais para trás, vide distribuições cada vez mais funcionais e amigáveis para o usuário final como Fedora e Ubuntu.

Contudo, o sistema operacional livre mais usado no mundo não corresponde apenas às várias distribuições que milhões de pessoas usam ao redor do globo terrestre. Ele está em lugares que você, provavelmente, nem imagina, comprovando toda sua robustez e versatilidade.
Ele é usado em diversas funções diferentes e o Tecmundo lista agora dez coisas que provavelmente não existiriam se não fosse o Linux.

Tux, o mascote do Linux



Grandes servidores

Serviços que você utiliza todos os dias, como Google e Facebook têm Linux rodando em seus servidores para armazenar muito conteúdo. Todos os serviços de web da Google, como Docs, Agenda e Calendário, ficam hospedados em máquinas com o sistema operacional do pinguim.

Sistemas de controle de tráfego aéreo

Para que as pessoas viajem em segurança de uma parte a outra do mundo, há a necessidade de controle de tráfego aéreo. A maioria das máquinas operadas pelos controladores de voo usa Linux para garantir que o avião que carrega você de um ponto a outro decole e pouse em segurança.

Sistemas de alta tecnologia para controle de tráfego

Segundo o site LinuxforDevices.com, a cidade de San Francisco, uma das mais populosas dos Estados Unidos, usa um sistema de alta tecnologia para controle de tráfego terrestre. O município tem um trânsito caótico e é com Linux rodando em seus computadores que a prefeitura local pretende reduzir esse problema.

Android

Android também é Linux.



O Android é o sistema operacional desenvolvido pela Google para dispositivos portáteis. Ele é um dos mais usados do gênero e cada vez mais novos aparelhos de grandes fabricantes são lançados com ele instalado. Pois se você ainda não sabia, agora é a hora: Android é desenvolvido tendo como base o Linux.

Trem de alta velocidade japonês

Outra ajuda que o Linux dá ao mundo dos transportes é funcionando nos computadores que operam o sistema de trens de alta velocidade no Japão. Sempre que nessas enormes e velozes máquinas de ferro embarcam passageiros e eles partem rumo ao seu destino, é o sistema criado por Linus Torvalds demonstrando a sua versatilidade.

Bolsa de Nova York

A Bolsa de Valores de Nova York também usa Linux. Desde 2007, o local que é o ponto nevrálgico do sistema financeiro estadunidense optou por instalar o sistema livre em suas máquinas. Os motivos são simples e claros: redução de custos (afinal, Linux é de graça e não se paga licença) e aumento de flexibilidade (não à toa o sistema é chamado de “livre”).

Supercomputadores

Outra informação recorrente no mundo do software livre é a preferência de desenvolvedores de supercomputadores pelo Linux. Estimativas apontam para cerca de 90% das supermáquinas existentes hoje rodando alguma variação de Linux. A explicação talvez seja a mais óbvia: o sistema livre é gratuito e flexível.

Carros inteligentes da Toyota

Toyota agora faz parte da Linux Foundation.


Recentemente, de acordo com o site LinuxInsider, a Toyota aderiu à Linux Foundation, a fundação criada em 2007 e que é responsável pela colaboração para aprimoramento do sistema. A justificativa, segundo o gerente geral de projetos da empresa Kenichi Murata, foi o fato de o sistema Linux possuir “a flexibilidade e a maturidade tecnológica” de que eles precisam para desenvolver veículos inteligentes.

Acelerador de partícula

A Cern, Organização Europeia para a Investigação Nuclear, maior laboratório de física de partículas do mundo e referência global no assunto, faz uso do sistema em suas pesquisas relacionadas a partículas de energia. O famoso acelerador de partículas do laboratório funciona com Linux.

Submarinos nucleares

A Lockheed Martin, maior produtora de produtos aeroespaciais para fins militares do mundo, apresentou, em 2004, a linha de submarinos nucleares BAEs Astute-class. O sistema central dessas máquinas subaquáticas possui a distribuição de Linux Red Hat instalada.

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Se você ainda procurava motivos para se tornar fã de software livre e do Linux, um dos maiores expoentes desse campo da tecnologia, aí estão mais dez. Não deixe de registrar sua opinião nos comentários abaixo.

Saúde: conheça a síndrome da visão cansada por uso de computadores

Se você costuma utilizar o computador durante muito tempo, já deve ter ouvido que “ficar muito tempo de frente para a tela faz mal para os olhos”. Caso você tenha ignorado esse aviso, é melhor pensar duas vezes: a visão pode ser prejudicada pelo uso excessivo do computador.
Caso você realmente passe tanto tempo encarando o monitor, você pode não ter apenas um, mas uma série de problemas conjuntos ocasionados pelo esforço em visualizar a tela durante horas. Há quem chame tudo isso de síndrome da visão relacionada a computadores (CVS, na sigla original em inglês), um dos males modernos que surgiram juntamente com os avanços da tecnologia.
Já outros especialistas da área simplificam o diagnóstico: seu olho fica cansado com tanto esforço – e o usuário normalmente não gasta o tempo necessário para recuperá-lo decentemente. O Tecmundo preparou abaixo um guia sobre esse problema, além de algumas dicas sobre como evitá-lo.

Conheça o problema

Nossa visão fica cansada exatamente como as pernas, por exemplo, após praticarmos uma atividade física: os olhos também não aguentam a tensão gerada pela repetição de uma atividade por muito tempo.

No caso, tal tarefa é a necessidade de focar durante todo o tempo em um pequeno espaço (o monitor), para enxergar de maneira definida todas as imagens e textos que são formados pelos pixels.
E esse cansaço vai muito além da simples falta de vontade de continuar encarando a tela: a pessoa normalmente sente em seus olhos sintomas como ardência, ressecamento, vermelhidão e dificuldades em focalizar a imagem, além de dor de cabeça constante e desconforto em ambientes mais iluminados.

Há ainda outro fator que assusta: usar o computador por três horas diárias já pode ser o suficiente para desenvolver esse problema – quantidade de tempo muito pequena e que afeta não só quem trabalha com computadores, mas também passa horas em casa conectado na internet, seja jogando ou papeando com os amigos.

Tem cura, doutor?

Esse é um problema que traz certo risco, mas é facilmente tratável. Além do acompanhamento médico, que pode incluir o uso de colírios especiais (para evitar o ressecamento dos olhos) ou até lentes para corrigir a visão, você pode ser aconselhado a evitar o computador por certo tempo.
A síndrome da visão cansada pode ainda evoluir para a presbiopia, que normalmente ocorre com o envelhecimento da pessoa, mas que é antecipado em decorrência do uso excessivo e contínuo do computador. Nesse caso, não adianta achar que  o problema vai ser resolvido sozinho: consultas ao oftalmologista são essenciais para prevenção ou tratamento.

Faça você mesmo

Atitudes e cuidados simples em seu ambiente de lazer ou trabalho podem deixar sua vista mais preparada para um uso controlado do computador. Conheça algumas delas:

  • Reveja sua postura de frente para a tela durante a navegação. Ela é tão importante quanto o tempo de exposição ao monitor e, se você estiver mal posicionado, isso pode acelerar o processo de vista cansada. O Tecmundo até já preparou algumas dicas valiosas sobre como se posicionar na frente do PC.
  • Cuide da iluminação e até da ventilação do local, pois eles são mais essenciais do que parecem. Procure não ter ar-condicionado ou ventiladores apontados para seu rosto. Já a falta de luz no local faz com que seus olhos cansem mais depressa, portanto procure utilizar o PC em locais mais arejados.
  • Pisque. Essa ação, que pode parecer inútil, é uma das mais importantes na prevenção da vista cansada – e muita gente se esquece de fazê-la enquanto está olhando para a tela. Piscar lubrifica o globo ocular, impedindo alguns dos sintomas da síndrome, como ressecamento dos olhos e dores de cabeça.
  • A pausa é essencial. Ao usar o computador por uma hora, tire 10 minutos para relaxar a vista. Mas ao trocar o PC por outra atividade, trate de selecioná-la bem. Sair do computador e partir para a televisão ou uma leitura, por exemplo, pode ser igualmente prejudicial, pois é necessário focalizar as letras ou outra tela para manter a concentração.Procure tarefas leves e relaxantes, que exijam menos da visão.
  • Prefira telas de LCD. Normalmente, elas apresentam melhor resolução e iluminação, proporcionando um cansaço menor para seus olhos. Não é desculpa para passar mais tempo no computador, mas é um fator auxiliar.

Apesar de ser possível mostrar as causas e os sintomas da síndrome da visão cansada por uso de computadores, o diagnóstico deve ser feito de forma individual.
Se você se encaixa nas informações contidas no artigo e suspeita que está com esse problema, procure um oftalmologista para saber se você precisa dar umas férias ao seu computador.

LocalSin: um app para smartphones focado para casos de uma noite só

Está cada dia mais fácil ter uma relação casual. Para provar, a empresa PinpointsX lançou um app para smartphones, usando a tecnologia de GPS, que promete aumentar as suas chances de se dar bem à noite. Chamado LocalSin, o programa tem como objetivo encontrar pessoas próximas a você que também estejam com vontade de ter um caso de uma noite só, sem compromisso.

Mulher no celular (Foto: Philipp Nemenz/Getty Images)
Aplicativo atende a homens e mulheres. (Foto: Philipp Nemenz/Getty Images)

Com LocalSin, os usuários podem verificar quantas pessoas solteiras estão em um determinado lugar – como um bar, discoteca, ou centro da cidade – antes de sair. O aplicativo promete aumentar as probabilidades de ter sorte em uma noite em até 90%. Desde o seu lançamento, ele tem atraído dezenas de milhares de utilizadores em busca de uma relação casual.

O aplicativo, que atende a homens e mulheres de todas as preferências sexuais, dá aos usuários acesso ao “mapa da paixão”  em tempo-real, uma lista mostrando a localização dos “compatíveis” – outros usuários com interesses similares – na área. Em seguida, eles são capazes de entrar em contato direto com a pessoa e propor um encontro. Os destinatários devem aprovar um pedido de interação primeiro e também podem optar por ocultar sua real localização.

Viciados em Internet se sentem solitários offline (Foto: MailOnline)
Em busca de uma relação casual (Foto: MailOnline)

Um porta-voz da empresa disse que o LocalSin tem o potencial de aumentar significativamente as chances de se dar bem. “Isso vai revolucionar a forma de ter encontros. Ele permite que homens e mulheres de todas as preferências sexuais localizem outros usuários por perto dispostos a um encontro casual. Ao fazer isso, ele minimiza o incômodo de passar de bar em bar em busca de pessoas solteiras e pode facilmente aumentar suas chances de conseguir alguém em 90%”, disse.

O aplicativo, que possui uma versão hétero e outra homossexual (chamado LocalSinGay), é gratuito e só foi lançado em versões para Grã-Bretanha, Estados Unidos e Austrália. Infelizmente ainda não existe uma versão brasileira.
Via MailOnline

Fonte: www.techtudo.com.br

É viciado no Facebook? Programa de 2 semanas te livra da dependência

Globalthoughtz
Facebook vício

Quantas vezes por dia você se pega logando no Facebook? Cinco? Dez?  Mil? Pensando no vício que esta rede social se tornou, dois usuários assíduos, Dan Peguine e Siavosh Arasteh, criaram um programa de reabilitação para diminuir as horas gastas no site.

Segundo o site Social Times, o Facebook Rehab é um programa de duas semanas que teve início no dia 25 de julho na forma de planilhas do Google Spreadsheet armazenadas neste endereço. “Nós decidimos que era hora de nos curarmos do consumo do Facebook e fazermos coisas mais interessantes com o nosso tempo. Nas próximas duas semanas, decidimos que só iremos acessar o Facebook, no máximo, duas vezes por dia [seja pelo desktop ou pelo celular]“, disseram os meninos em entrevista para o site.

Os acessos foram registrados na planilha e compartilhados com os amigos para que todos que gostariam de se desintoxicar da rede, se juntassem ao programa de reabilitação. Sendo assim, qualquer pessoa pode incluir seu nome na planilha e registrar os acessos diários. O interessante é que se por algum momento o internauta sentir uma vontade extrema de acessar o site, ele pode se logar no Google Docs para papear com outro “viciado” que também está tentando se reabilitar.

A dupla inventora teve um ótimo feedback sobre o projeto e, por isso, já está levando o programa para um outro nível. Eles mudaram as planilhas para o FaceAnonymous.com e estão convocando os viciados na rede para se inscrever no site. Enquanto o FaceAnonymous não está disponível, que tal experimentar a técnica dos garotos? É possível, até mesmo, tomar como base a planilha deles.

 Fonte: www.olhardigital.uol.com.br