Empresas gastam mais de US$ 1 trilhão em backup e segurança de dados

De acordo com a Symantec, organizações de todo o mundo mantém cerca de 2,2 zetabytes de dados armazenados e gastam cerca de 1,1 trilhão de dólares para garantir e proporcionar acesso a esse material. Esses altíssimos números sobre a quantidade de dados e o que é gasto para mantê-los foram baseados nos resultados de uma pesquisa de 4056 profissionais de tecnologia da informação de organizações situadas em 38 países para a pesquisa de “Estado da Informação” da Symantec.
Publicada na quarta-feira (26/6), a pesquisa mostra que a média de gastos anuais por grandes empresas é de 38 milhões dólares, e de 332 mil dólares por pequenas e médias empresas (PMEs), para armazenar e proteger seus dados corporativos. Ao todo, 30% disseram sofrer de “dispersão de informações”, tanto de dados mantidos fora da organização, quanto no seu interior.
O diretor sênior de marketing de produto da Symantec, Sean Regan, observou que as PMEs gastam anualmente um pouco mais de um salário-base por empregado em segurança, armazenamento e gerenciamento da informação – 3670 dólares por funcionário – em comparação com os 3297 dólares que as empresas gastam por funcionário a cada ano. Economias de escala são muitas vezes o que conta, disse.
Informação é tão importante para todas as organizações, de acordo com a pesquisa, que 4506 profissionais de TI disseram acreditar que isso representa 49% do valor total da empresa. Mas, apesar dos dados de negócios serem de valor crítico, os profissionais de TI reconheceram as lutas que tinham que travar para gerenciá-los.
Nos últimos 12 meses, 69% deles disseram que suas organizações tinham perdido ou exposto pelo menos uma parte de suas informações confidenciais e 31% tiveram “falhas de conformidade”, significando que falharam em algum ponto para passar por auditorias críticas associado com o cumprimento de segurança de dados e normas de privacidade.
Outro ponto que a pesquisa levanta é de que 42% dos dados são duplicados. “Se são duplicados, significa que eles estão pagando para armazenar cópias que talvez nem precisem ser arquivadas e não estão aplicando estratégias para a não-duplicação como o melhor que podem para manter o baixo custo de armazenamento”, diz Regan.
Atualmente, cerca de 75% dos dados empresariais estão arquivados internamente e cerca de 25% na nuvem, de acordo com a pesquisa. “Em muitos casos, companhias aparentemente mal utilizam seu armazenamento”, diz Regan. Fazendo o uso de apenas 31% do que eles realmente compraram. 
Essa baixa taxa de utilização de armazenamento de “31% de firewall interno e, ainda mais baixo, 18% externo”, de acordo com a pesquisa, “é algo surpreendente”, diz Regan.
Parece haver uma tendência para utilização de serviços em nuvem, mas, de novo, sem fazer total uso do que está pago. Regan observou, por vezes, que profissionais da equipe de TI responsáveis ​​pela gestão de armazenamento não estão sendo levados para tomar decisões que envolvem armazenamento em nuvem. “Tudo está sendo terceirizado”, observou Regan, acrescentando que “a nuvem é um botão fácil de apertar.”
Via: IDG Now
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