IBM e Oracle anunciam chips RISC para servidores baseados em Unix

IBM e Oracle forneceram mais detalhes dos novos chips RISC baseados em Unix que estão construindo em conjunto para seus clientes de servidores.
De acordo com a IBM, seu Power7+ possui oito núcleos e o lançamento da tecnologia está previsto para antes do final do ano. A empres afirmou que ele está sendo fabricado em um processo de 32 nanômetros, em comparação com os 45 nanômetros do Power7. O processo mais avançado permite transistores menores, o que permite que ao chip comportar novos recursos, mantendo aproximadamente o mesmo tamanho.
A IBM usou parte do espaço extra para expandir o nível de memória de cache Level 3 para 80 MB. A versão anterior, Power7, tem 32 MB. Segundo Scott Taylor, porta-voz da IBM, o aumento de memória vai levar a um maior desempenho de crescimento para cargas de trabalho de scale-up.
Além disso, ele destacou o uso de um tipo de memória da IBM chamado embedded DRAM, que utiliza menos transistores em comparação com o SRAM. O Power7+ tem 2,1 bilhões de transistores, e poderia ter 5,4 bilhões se a IBM tivesse usado a tecnologia SRAM.
As funções adicionais incluem tecnologia para acelerar a criptografia de dados e outras tarefas de segurança. E o chip recebe o que a IBM denomina gerador de números aleatórios. Os números aleatórios são necessários para operações de segurança, e a fabricante diz que seu novo gerador de números pode frustrar os hackers que tentam prever qual será o próximo número.
A Oracle, por sua vez, também busca melhoria em seus processadores para software. Segundo a empresa, os clientes vão obter o melhor desempenho se eles estiverem dispostos a contar com um sistema inteiro rodando Oracle e executar o banco de dados e aplicativos em hardware Oracle.
A companhia afirmou que seu novo chip baseado em RISC, o T5, é um processador de 28 nanômetros. Quando a fabricante atualizou o T3 para o T4, reduziu pela metade a contagem de núcleos – de 16 para oito – a fim de melhorar o desempenho. O T5 voltou para 16 núcleos, cada um rodando até 3,6 GHz, em comparação com os 3GHz do T4.
Um dos objetivos da Oracle para o T5 era colocar os chips em até oito soquetes por servidor com uma escala perto de linear, detalhou Sebastian Turullols, porta-voz da Oracle. A fabricante acrescentou que os clientes que utilizarem o T5, em um sistema de oito soquetes, vão chegar perto do desempenho de oito processadores. Além disso, o T5 adiciona vários recursos para acelerar o agrupamento, que é importante para as grandes máquinas que a Oracle decidiu focar, como o Sparc SuperCluster. O T5 também inclui unidades de acelerador para criptografia de algoritmo “sem precedentes”, apontou Turullols, bem como um gerador de número aleatório.
A Oracle não disse quando o T5 será lançado, mas  ele não é esperado antes do final deste ano.
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