Consumo de notícias online ultrapassa jornais e rádio nos EUA

As mídias sociais transformaram o modo como as pessoas se informam diariamente. Segundo uma pesquisa ‘Trends in News Consumption: 1991-2012’,  realizada pelaPew Research Center for the People & the Press, o consumo online alcançou a marca de 39%, ficando atrás apenas da televisão, com 55% – sendo que, em 1991, eram 68%. Em terceiro lugar encontra-se o rádio, com 33%, seguido pelos jornais, com 29%.
Apesar de ainda se manter na liderança, a TV também está perdendo influência e se mostra cada vez mais vulnerável. Segundo o estudo, a audiência das notícias por esse meio de comunicação manteve-se relativamente estável. Mas há sinais de que pode mudar. Apenas cerca de um terço (34%) dos jovens de 30 assistem a telejornais. Isso é um pouco mais da metade do número registrado em 2006 (49%).
Já o número de entrevistados entre 18 e 29 anos que assistem regularmente o noticiário local caiu de 42% em 2006 para 28% nesse ano. Entre os grupos etários mais velhos, o percentual não se alterou significativamente. Para a faixa etária de 30 a 49 anos, a taxa de telespectadores diminuiu apenas um ponto percentual nos últimos 6 anos, indo de 53 para 52%. Já idades entre 50 e 64 anos, a porcentagem teve um leve aumento de 2%, indo de 63% para 65%.
Redes sociais
O consumo de notícias por meio online e digital – incluindo smartphones, tablets ou outras plataformas móveis – continua crescendo e, a chegada das redes sociais contribuiu, e muito, para essa alavancada. A porcentagem de americanos que dizem ver notícias ou manchetes em um site social pulou de 9% para 19%, desde 2010.

O crescente uso desses sites de notícias não ocorreu apenas entre os jovens. Na verdade, a porcentagem de pessoas com 30 anos (30%) e das entre 18 e 24 (34%) chega a ser quase a mesma, em se tratando de ver notícias via Facebook ou outro site de rede social. Ainda segundo a pesquisa, cerca de um quarto dos entrevistados na faixa dos 40 anos verificam notícias em redes sociais (23%), contra apenas 8% registrado em 2010.
Segundo a pesquisa, apenas 23% lê jornal impresso, número ligeiramente abaixo do de 2010 (26%), mas quase metade do registrado desde 2000 (47%). 
Diferente do que muitos imaginam, não são apenas mídia impressa pode sofrer os efeitos dos novos hábitos de consumo de notícias. O declínio da mídia impressa vai além dos jornais, sendo a proporção de leituras de revistas menor hoje (18%) que em 2000 (26%).
Via: IDG Now
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