Saiba quais são as mudanças que estão para chegar na nova versão do KDE

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Quem quiser saber as novidades em relação ao que acontece com o KDE, basta visitar o blog do desenvolvedor Nathaniel Graham. Em sua página, ele nos mostra as últimas novidades destinadas a melhorar a usabilidade e a produtividade da área de trabalho (Plasma). Também foram melhoradas algumas aplicações como Dolphin, Kate, Okular, Gwenview, Konsole, Baloo etc. Conheça as mudanças que estão para chegar na nova versão do KDE.

Algumas das principais alterações

Uma das mudanças que deve estrear em breve é o gerenciador de arquivos Dolphin. Agora ele gerencia melhor links simbólicos (symlink), adicionando a opção de mostrar o arquivo ou pasta original no menu de entrada. O Dolphin também ganha uma nova superfunção. Ele vai ajudar a instalar o Konsole no caso de não estar presente.

O gestor de arquivos do KDE é o Discover, baseado na tecnologia Kirigami. Recentemente, ele incluiu melhorias na sua interface. Entre elas, capacidade de ordenar as aplicações pela última versão lançada e melhorias no layout dos botões. Além disso, está mais fácil adicionar repositórios ou selecionar a fonte do software para instalar um programa. Muitos bugs foram resolvidos e a apresentação das diferentes aplicações foi aprimorada.

Outra aplicação mencionada no blog é o Gwenview. Isso vai permitir novas integrações do KDE Connect com o celular. Leia mais detalhes aqui.

  • Em relação a interface, o problema das notificações foi melhorado com um novo botão para limpá-las.
  • O applet de áudio simplifica sua visão quando há apenas um único dispositivo de entrada e outro dispositivo de saída;
  • Os ícones são ‘espremidos” um pouco mais na área de trabalho (Visualização da pasta) para ganhar espaço adicional;
  • O Konsole agora oculta a barra de ferramentas por padrão (pode ser ativada a qualquer momento) para fornecer uma transparência mais clara.
  • Finalmente, mencione a solução para um bug antigo e irritante que forçou a colocar a senha do Wi-Fi duas vezes, caso o gerenciador de credenciais KWallet não esteja habilitado.

 

Via: sempreupdate

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Facebook perde US$ 40 bilhões de valor de mercado em horas

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O Facebook arrumou um problemão. A revelação na última sexta-feira de que a empresa havia punido a Cambridge Analytica por usar indevidamente os dados de 50 milhões de americanos para alimentar a campanha presidencial de Donald Trump não agradou nem um pouco investidores e acionistas da empresa, que viram o papel desvalorizar brutalmente no primeiro dia comercial após o anúncio.

Antes da abertura do dia na NASDAQ, uma ação do Facebook estava valendo US$ 185,09, mas desabou rapidamente para US$ 177 na abertura do mercado. Ao longo do dia, o papel continuou apresentando queda severa, chegando a custar US$ 170,06, o que é uma perda de 8,1% de valor em menos de um dia. É algo extremamente incomum para uma empresa do porte do Facebook.

Como resultado, o Facebook como um todo se desvaloriza. O valor de capitalização de mercado do Facebook, que antes da abertura do dia era de aproximadamente US$ 538 bilhões (o número é dado pela multiplicação do número de ações em que o Facebook se divide pelo valor do papel), mas no ponto mais baixo do dia, a empresa chegou a valer cerca de 494 bilhões, causando uma perda de US$ 40 bilhões em poucas horas.

Resta agora acompanhar os próximos passos do Facebook. A empresa tem um bom histórico de agradar o mercado e a tendência é que suas ações venham a se recuperar nos próximos dias. Recuperar a confiança do público, no entanto, será uma tarefa mais complicada.

Via: olhardigital

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PayPal mapeia hábitos de quem costuma fazer compras pelo celular

Os m-consumidores, ou seja, brasileiros que fazem compras usando dispositivos móveis, costuma adquirir qualquer tipo de item pelo smartphone/tablet. Mas a categoria “Serviços” é, de longe, a campeã de transações., até pelo tipo de uso cotidiano que fazemos dos nossos dispositivos móveis. É o que comprova uma pesquisa recente, realizada pela Opinion Box a pedido do PayPal.

O Opinion Box entrevistou 1.020 m-consumidores em todo o Brasil e perguntou, primeiramente, sobre as compras mais recentes feitas por meio de dispositivos móveis. Cerca de 30% afirmaram ter feito compras nos sete dias que antecederam a realização da pesquisa; outros 20% fizeram compras nos 15 dias anteriores; 21%, nos 30 dias anteriores; 11% nos 60 dias anteriores; e mais 18% há mais 60 dias.

Entre os 71% que fizeram compras nos 30 dias que antecederam a pesquisa, a quantidade média de compras via mobile foi 4,85 por respondente; enquanto que a média de compras via computador foi de 3,81.

O m-consumidor costuma comprar qualquer tipo de item pelo smartphone/tablet, mas a categoria campeã de audiência é Serviços (como aplicativos para solicitar táxi ou carro particular, pedir comida/delivery, recarregar bilhete único, realizar recarga de celular etc.), com 84% de respostas. A segunda categoria na lista é Produtos do dia a dia (como produtos de farmácia, supermercado, roupas, acessórios, livros, papelaria etc.), com 76%. Em terceiro lugar ficaram as chamadas Compras pontuais (como móveis, eletrônicos, eletrodomésticos etc.), com 75%.

O estudo quis saber também o fluxo das compras online entre o desktop e os dispositivos móveis. E descobriu que 30% dos pesquisados disseram ter o hábito de iniciar uma compra no celular e terminá-la no computador; outros 20% fazem o caminho inverso, começam a compra no computador e termina no dispositivo móvel. Também foi investigado o fluxo de pesquisa que conclui na compra e 41% têm o hábito de pesquisar itens para comprar pelo smartphone ou tablet e fazer a compra pelo computador; e 30% costumam usar o método inverso, ou seja, pesquisar o produto/serviço pelo computador e comprar via mobile.

Outro ponto pesquisado foi a relação entre compra via site e via aplicativo no smartphone ou tablet. E aí temos resultados interessantes: na categoria Serviços, 56% dos respondentes afirmaram ter tido a experiência em aplicativos instalados no equipamento; 32% podem usar tanto o aplicativo quanto o site diretamente no navegador; e 12% compram somente no site das lojas.

A segunda categoria em que a experiência de compra via app é mais frequente é Consumo digital (músicas, jogos, software etc.), em que 40% compraram por aplicativos; outros 40% não fazem distinção entre apps e sites das lojas online; e 20% compraram diretamente nos sites.

O Opinion Box quis saber também qual a forma de pagamento mais usada pelos m-consumidores, e o cartão de crédito foi o mais citado. 69% afirmam utilizar o cartão de crédito parcelado para comprar na categoria Turismo e viagem; seguido pelas Compras pontuais, com 62%. Já na categoria Consumo digital, a maioria (56%) usam cartão de crédito à vista; modalidade mais utilizada também na categoria Entretenimento, com 57%.

A categoria em que as carteiras digitais, como o PayPal, são mais citadas é a de Consumo digital, em que a opção é usada por 33% dos entrevistados. Em seguida vêm Turismo, com 32%; Serviços e Entretenimento, ambas com 25%; Produtos do dia a dia, com 24%; e Produtos de compras pontuais, que registrou 23%.

Quanto à facilidade do ato de comprar via mobile, a categoria que os pesquisados mais citaram foi a de Serviços, com 72%. Na outra ponta da pergunta, a categoria em que a experiência mobile é a mais difícil foi Turismo e viagem. Dentre os principais motivos para considerar difícil realizar uma transação via mobile 42% citaram a demora para carregamento das páginas das lojas; 36%, o fato de não encontrarem informações sobre os produtos; e 32%, a necessidade de utilizar o pacote de dados para navegar e realizar a compra.

Outro ponto importante: 49% dos pesquisados garantem preferir comprar e pagar por produtos e serviços via aplicativo. A pesquisa concluiu que esse índice só não é maior porque 57% dos entrevistados ainda se preocupam em baixar aplicativos, pois eles ocupam espaço na memória do celular.

Via: idgnow

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GNOME rejeita definitivamente o Synaptics

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Para falar sobre Synaptics é preciso primeiro explicar o que é. O nome Synaptics é na verdade o nome de uma empresa que se dedica a desenvolver hardware e softwares para que haja a interação entre pessoas e dispositivos eletrônicos. Um exemplo prático disso são os touchpads dos notebooks, telas sensíveis ao toque e muitos outros itens ondem podemos interagir diretamente com o hardware.

Não usar o tradicional Synaptics implica em possibilidade de não ter uma resposta ao toque, por exemplo, em tempo ágil e estável. Ainda sim, pode ocorrer que os toques não sejam registrados, os gestos também não e muitas outras coisas não funcionem de forma adequada, chegando até mesmo ao travamento total do sistema em alguns casos.

Mas o Synaptics já havia sido descartado pela equipe do GNOME, eles baterão o martelo de decidiram não manter mais o pacote do Synaptics. A Canonical tentou convencer a equipe GNOME a aceitar o pacote de volta, mas não teve jeito, desta vez o Synaptics não logrou êxito. A mantenedora do Ubuntu tentou melhorar o suporte do Synaptics no X11 adicionando de volta ao Mutter, mesmo assim nada feito.

A notícia foi publicada pelo Will Cooke da Canonical, nos famosos relatórios semanais, ele contou que a Canonical tem ajudado o Projeto GNOME e a volta do Synaptics foi uma das sugestões em código, que a empresa havia sugerido ao popular ambiente.

Por sua vez, a equipe do GNOME disse que o Synaptics seria mais um trabalho desnecessário para o projeto e que eles não tinham interesse em incluir o gerenciador já que o libinput está funcionando adequadamente. Assim, a Canonical tendo a ideia rejeitada pelo GNOME, resolveu aplicar o Synaptics no Ubuntu 18.04 LTS junto com a libinput que já funciona e que é usando no ambiente normalmente.

O desenvolvimento do Ubuntu 18.04 LTS continua com o Synaptics e também corrigindo erros do libinput para que não haja nenhum problema grave em seu ambiente. Quem sabe em breve ao perceber que o Synaptics e o libinput trabalham bem lado a lado, o GNOME reconsidere e inclua de volta o gerenciador que ajudou muita gente no passado, e que não deixa a desejar no momento atual em que estamos.

via: sempreupdate

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Linux é o preferido dos desenvolvedores

O Stack Overflow publicou os resultados de uma pesquisa anual para desenvolvedores. Pode-se destacar o aumento do Linux como a plataforma preferida pelos desenvolvedores.

desarrolladoresPara aqueles que não o conhecem, o Stack Overflow é um portal muito popular de ajuda para desenvolvedores, do tipo perguntas e respostas. Tem uma comunidade impressionante e apenas a pesquisa deste ano envolveu mais de 100.000 desenvolvedores de todo o mundo. Deste modo, os dados são significativos, embora, restritos a um nicho específico.

Na pesquisa, o Linux assumiu a liderança como a plataforma preferida pelos desenvolvedores. Seguindo a tabela, encontramos Linux (48,3%), Windows PC e servidor (35,4%), Android (29%), AWS (24,1%), macOS (17,9%), Raspberry Pi ( 15,9%), WordPress (15,9%), iOS (15,5%).

Mas as estatísticas das grandes empresas de análise são diferentes: o Windows mantém praticamente metade do uso (49,9%), seguido de longe pelo MacOS (26,7%) e, logo depois, vem o Linux, com 23,2%. O BSD/Unix completa a lista com apenas 0,02%.

Deve notar-se que o Stack Overflow compartilha os votos em dois grupos, os totais e os de “desenvolvedores profissionais” registrados no site, mas a maioria dos votos é do último. Por outro lado, o questionário é enorme e cobre muitos aspectos relacionados ao desenvolvimento.
via: sempreupdate

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Google bane anúncios envolvendo criptomoedas, e Bitcoin desaba

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O mercado de criptomoedas é volátil e não precisa de grandes novidades para oscilar violentamente para cima ou para baixo. No entanto, quando há alguma notícia contrária, a reação costuma ser rápida como aconteceu agora quando o Google baniu todos os anúncios envolvendo moedas virtuais.

A decisão é bastante similar à tomada pelo Facebook em janeiro, quando a rede social optou por vetar qualquer tipo de publicidade envolvendo criptomoedas. Na prática, isso fecha as portas para as duas principais vias para anúncios online para a Bitcoin e similares, o que dificulta a entrada de novas pessoas, o que pode prejudicar o mercado como um todo.

A decisão vem em uma época em que os ICOs (sigla para “Oferta Inicial de Moedas”) estão em alta e chamando cada vez mais atenção das autoridades e órgãos regulatórios. A prática é uma forma de startups obterem financiamento; em vez de oferecer ações e participação na empresa, são vendidos tokens, que podem ser usados em serviços da companhia, ou revendidos pelos investidores. No entanto, existem muitas fraudes e anúncios enganosos envolvendo ICOs, de forma que não é surpresa que empresas como Google e Facebook queiram se afastar desse mercado.

Como resultado, a Bitcoin, a principal criptomoeda, apresenta queda de cerca de 9% no momento em que este texto é escrito, avaliada em US$ 8.400 segundo o site CoinMarketCap. Ethereum, Litecoin, Ripple, Bitcoin Cash e tantas outras similares também apresentam quedas severas.

Reprodução

 

Via: olhardigital

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Google Plus Code: Google cria código para substituir coordenadas geográficas e endereços postais

O Google introduziu um novo método de identificação de locais. Ele pode ser um substituto para endereços postais ou coordenadas geográficas. Este sistema está em operação desde 2014. Mas agora uma série de aplicativos de desenvolvimento utiliza novo sistema de geolocalização. Ao mesmo tempo, um aplicativo semelhante ao Google Maps foi lançado. Assim, será possível criar e/ou localizar esses códigos pelo aplicativo que também funciona na página web. Conheça como criar e localizar códigos com o Google Plus Code.

Graças a este sistema, as pessoas que não têm um endereço poderão receber encomendas ou cartas. Além disso, poderão receber serviços como entrega domiciliar ou serviço de emergência, que em todos os casos exigem um endereço postal.

 

Isso é algo que acontece facilmente na Índia, onde de acordo com a região, temos um método único de organização. Ou seja, em cada área residencial teremos uma maneira diferente de nomear endereços. Em casos como este, não é que não haja endereço, mas não existe consenso, o que dificulta a localização do local.

Estes novos códigos vêm substituir, por um lado, os tradicionais  endereços postais e coordenadas geográficas compostas por latitude e longitude. O código não é tão simples de lembrar como um endereço postal, mas é muito mais interessante do que usar as coordenadas.

Este código de localização aberta (OLC) definido como Google “Plus Code” é composto de duas partes: primeiro temos os quatro primeiros caracteres que pertencem à área (código de área), divididos em mosaicos de 100 x 100 km; Os seguintes seis caracteres referem-se à área local, dividida em zonas de 14 x 14 metros. No final, temos algo desse estilo: “XXXXXX + XX“.

 

Os quatro primeiros dígitos, por outro lado, são susceptíveis de serem eliminados se forem acompanhados da localização. Por exemplo, a partir de 849VCWC8 + R9 passamos para CWC8 + R9, Mountain View, sendo mais fácil de lembrar. No entanto, quanto maior o código, mais preciso será. Isso ocorre porque o código não representa um ponto específico (ao contrário das coordenadas), mas uma área. Além disso, você pode adicionar outro código extra que aumenta a precisão em mosaicos de 3 x 3 metros.

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Lembre-se de que o Google Plus Code é um sistema gratuito (open source), porque é realmente baseado na latitude e longitude da posição em relação ao mundo. Da mesma forma, é independente de questões políticas, como as fronteiras. Se uma cidade mudar de país, seu Código Plus permanecerá exatamente o mesmo. Nem são baseados em línguas, então são internacionais.

 

Via: sempreupdate

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